A corrida pelas duas vagas ao Senado Federal pelo Amazonas nas eleições de 2026 começa a se desenhar com nomes de peso e forte polarização política. Um levantamento recente divulgado pelo Portal do Castelo aponta Plínio Valério (PSDB) e Capitão Alberto Neto (PL) na liderança das intenções de voto, em um cenário que mistura figuras tradicionais da política local e representantes de campos ideológicos opostos. A pesquisa é do Portal do Castelo.
1º lugar – Plínio Valério (PSDB)
📊 648 votos (32,61%)
2º lugar – Capitão Alberto Neto (PL)
📊 613 votos (30,85%)
3º lugar – Eduardo Braga (MDB)
📊 329 votos (16,56%)
4º lugar – Marcelo Ramos (PT)
📊 215 votos (10,82%)
5º lugar – Wilson Lima (União Brasil)
📊 67 votos (3,37%)
6º lugar – Pablo Oliva (PL)
📊 40 votos (2,01%)
7º lugar – Marcos Rotta (Avante)
📊 31 votos (1,56%)
8º lugar – Gilberto Ribeiro (Rede)
📊 7 votos (0,35%)
Na primeira colocação aparece o senador Plínio Valério (PSDB), que soma 648 votos, o equivalente a 32,61% das preferências. O tucano desponta como favorito no momento, sustentado por sua atuação no Senado e pela visibilidade nacional em pautas ambientais e de defesa do Amazonas.
Logo atrás está o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), com 613 votos (30,85%), consolidando-se como principal nome da direita bolsonarista no estado. A diferença apertada entre os dois indica um cenário de forte disputa e possibilidade de virada ao longo da campanha.
Na terceira posição surge o senador Eduardo Braga (MDB), com 329 votos (16,56%), mantendo-se competitivo e mostrando que ainda possui capital político relevante, especialmente entre eleitores mais tradicionais.
O ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT) aparece em quarto lugar, com 215 votos (10,82%), representando o campo da esquerda e tentando se viabilizar em um cenário adverso no estado, historicamente conservador.
Mais atrás, o governador Wilson Lima (União Brasil) registra 67 votos (3,37%), seguido por Pablo Oliva (PL), com 40 votos (2,01%), e Marcos Rotta (Avante), que soma 31 votos (1,56%). Na última posição está Gilberto Ribeiro (Rede), com apenas 7 votos (0,35%).
Apesar de ainda se tratar de um recorte inicial, o levantamento revela um cenário polarizado, com vantagem para nomes já consolidados e espaço reduzido para candidaturas alternativas. A tendência é que alianças políticas, tempo de exposição e o desempenho dos pré-candidatos ao longo de 2025 sejam determinantes para redefinir o quadro até o pleito de 2026.

























